Os 9 aspectos a ter em conta para o crescimento da sua comunidade.

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9 aspectos fundamentais a considerar, no crescimento da sua comunidade de seguidores.

Invista no crescimento da sua comunidade de seguidores, tendo em conta todas as questões que envolvem agregar pessoas em torno de um propósito. Vai ver que vale a pena apostar nisso.

Ter uma comunidade online, sobretudo nas redes sociais, ou até, seguidores do blog, ou pessoal, ou institucional, é extremamente importante e traz-lhe imensas vantagens. Das comunidades, emergem os seus clientes mais fieis, os seus “embaixadores”, as suas melhores fontes de informação,quer quanto aos seus produtos e serviços, quer para identificar novas oportunidades.

São também os seus seguidores, que, na eventualidade de haver alguma situação negativa, vão sair em sua defesa, caso esteja a fazer o seu trabalho convenientemente.

Estes motivos, são mais do que suficientes, para justificar a criação de um grupo suficientemente grande, coeso e identificado com aquilo que faz.

Algumas vezes, clientes meus, justificam a sua ausência ou fraca utilização das redes sociais, com a pequena comunidade que têm, ou o baixo número de seguidores. Outros, falam que as interacções são poucas, e que sentem que não estão a falar com ninguém, ou não existe feedback.

Com efeito, para quem começa a apostar numa presença em redes sociais, pode ser algo desmotivador sentir que não há adesão nem a nossa presença ganha tracção.

No entanto, é preciso acima de tudo, ter em conta estes nove aspectos:

  • A natureza daquilo que fazemos: nem todos os negócios têm a mesma capacidade de fazer crescer uma comunidade e criar interacção da mesma forma, ou à mesma velocidade. Se numas situações, os seguidores se multiplicam exponencialmente, noutras, esse crescimento é bastante mais lento e o início da interacçao, tarda ainda um pouco mais. Faça uma pesquisa pelos seus concorrentes, e veja se é esse o seu caso.
  • Tempo de criação de uma comunidade: As redes sociais, e a construção de uma comunidade, leva o seu tempo, requer a criação de laços de confiança, e não acontece do dia para a noite. Apesar, de também se aplicar o princípio falado no ponto anterior, isto é, variar consoante o tipo de empresa que temos, terá que ser paciente até começar a ver resultados satisfatórios.
  • Factores culturais do seu público: existem culturas eminentemente mais expressivas e desinibidas em manifestar a sua opinião, em marcar a sua posição no mundo digital, enquanto que, e como é o caso português, somos um pouco mais recatados e cautelosos em fazê-lo, logo, terá que, paulatinamente, conquistar a confiança das pessoas e ir pedindo-lhes que se manifestem.
    Não irá ver resultados imediatos, aliás, sei por experiência própria que, as pessoas resistem imenso a dar conta da sua opinião. Vá tentando, insistir é mesmo a palavra de ordem!
  • Os seus conteúdos: será que aquilo que está a publicar, provoca reacções positivas nos membros da sua comunidade? Serão-lhes úteis? Dá vontade de os partilhar?
    A qualidade, pertinência e relevância dos seus conteúdos, são fundamentais para, por um lado, fidelizar o seu público actual e fazê-lo voltar em busca de mais conteúdo, e por outro, fazer com que este, através da partilha, indicação e outros mecanismos de passa a palavra, funcionem como seus  embaixadores, e lhe tragam mais seguidores.
  • Frequência de publicações: é fundamental apostar numa constante publicação de conteúdos. Sem esquecer os pontos abordados no ponto anterior, e sem cair em exageros, como é evidente, é mais fácil que a nossa mensagem vai chegando, se formos publicando de forma consistente, até, para podermos estar em linha com aquilo que vai acontecendo.
    Uma excelente fonte de inspiração para conteúdos, e acredite que, o seu público procura muito por isso, são as notícias da ordem do dia, actualizações, novas tendências, etc.

    Numa época em que a informação flui a uma velocidade tremenda, o timing e sentido de oportunidade, são fundamentais. Se não está atento e não faz as publicações com a devida cadência, vai perder a atenção da sua comunidade de seguidores.
  • Diversidade de formato de publicações: Apesar de haver formatos com mais preferência, sobretudo os visuais, está mais do que comprovado, que os artigos de texto, desde que, sendo de qualidade, são muito consumidos, e continuam a ter uma boa aceitação em determinados nichos, não se esqueça deles.
    Como é evidente, deve dar predominância aos formatos e temas de maior popularidade, no entanto, e uma vez que ainda quer fazer crescer a comunidade, e pode ser um pouco cedo para se decidir pelo conteúdo de melhores resultados, vá testando.

    Além do mais, pode, dentro do seu público, ter diferentes tipos de pessoas, que valorizam diferentes tipos de conteúdo, imagine que, chegam ao espaço, e não vêem, aquilo que procuram, ou têm maior preferência, será difícil que voltem.
  • Invista na divulgação da sua página: reza a lenda que, se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé! Também terá certamente que passar por este processo. Procure outras comunidades, por exemplo, grupos do Facebook ou Linkedin, e partilhe os seus artigos por lá, vá interagindo com publicações de outros membros e faça-se notar. Se aquilo que anda a fazer por lá, for digno de nota, eles irão atrás de si, e saber de onde vem.
    Faça divulgação cruzada das suas presenças online, ou seja, em cada rede que marca presença, divulgue as outras, incluindo o website. Não se esqueça de utilizar a assinatura do email, para esse mesmo efeito, e os suportes físicos, como o cartão de visita, brochuras, facturas, etc.Cada momento, conta!

    Tenha apenas o cuidado de não fazer uma abordagem muito comercial ou interesseira. Procure acima de tudo, ajudar, ser constructivo e ganhar a confiança e autoridade perante os outros elementos, autoridade de reputação são dois activos muito importantes nas redes sociais.
  • Pense em investir em publicidade: não tenha ilusões, são as empresas, através das várias formas de se promoverem e publicitarem nas redes sociais, que alimentam financeiramente essas mesmas plataformas. Por outro lado, seguir empresas, negócios ou marcas, não é das tarefas mais privilegiadas para os utilizadores.
    Unindo estes dois factores, cada vez mais, a sua presença será invisível, se não despender algo para ter a ajuda da rede.
    As duas grandes vantagens desta abordagem, são que, por um  lado, poderá chegar a outras pessoas, que de outra forma, seria mais difícil, ou no mínimo, mais moroso, e por outro, vai recolher mais informação sobre o seu público, por exemplo, as Audiências que cria no Facebook, são extremamente ricas em termos de informação.
  • A competição pela atenção é altamente concorrencial: longe vão os tempos em que, apenas concorria com os seus concorrentes, isto é, um café, concorria com 1 outro café, uma sapataria, concorria com uma outra sapataria.
    Enquanto está a consultar o feed do seu perfil do Facebook, quanta informação lhe passa diante dos olhos? Quantas publicações são de páginas de empresas? Leu, ou viu? Somos bombardeados com informação que temos que processar em milésimos de segundo, para decidir se vemos ou não!

    Se determinada marca, não publica conteúdos que me interessam, certamente que vai ganhar o “direito” a ter-me como seu seguidor.

 

Conclusões

Ter uma comunidade de seguidores, é um dos maiores activos que uma marca, empresa pode ter, no entanto, é um processo moroso, difícil, e feito de avanços e recuos, que os inevitáveis erros irão causar.

Pense que, a competir pela atenção dos seus clientes e potenciais clientes, tem vários concorrentes seus, e outra imensidão de empresas que, embora não sendo suas concorrentes directas, competem consigo por uma das coisas mais valorizadas e cada vez mais escassa nos seus clientes, a sua atenção.

Se quer em primeiro lugar, ganhar a atenção dele, e depois mantê-la, terá que apostar numa constante produção de conteúdos e respectiva interacção com ele, para que, o crescimento e sustentabilidade da sua comunidade de seguidores seja  efectiva!

O que achou do artigo? Acrescentaria alguma coisa? Estão de acordo? Deixe-me a sua opinião.

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